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Grupo StudioStudio EnergyO futuro das engenharias e as repercussões da pandemia do coronavírus

O futuro das engenharias e as repercussões da pandemia do coronavírus

Devido à crise econômica instalada pela pandemia do Covid-19, o futuro das engenharias encontra-se diante de um cenário de incertezas. Com a necessidade de isolamento social, muitos trabalhadores, inclusive os da engenharia civil, estão impossibilitados de realizar suas atividades, dando continuidade às obras. 

Com o desequilíbrio financeiro gerado, e com as determinações de suspensão dos trabalhos, o setor analisa possíveis medidas para suavizar os efeitos desta crise. 

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC abriu um espaço para debates entre empresas e entidades associadas sobre as mudanças que o novo coronavírus tem causado ao futuro das engenharias. O objetivo é traçar estratégias, de atenuação dos efeitos da crise econômica, encaminhando projetos ao Governo Federal. 

O presidente da CBIC, José Carlos Martins, aponta que a crise poderá surtir efeitos no setor da engenharia civil e do ramo imobiliário, tanto a curto quanto a longo prazo. 

Embora a pandemia pelo Covid-19 afete a economia como um todo, José Carlos acredita que o ramo da engenharia civil será um dos alicerces para a recuperação econômica. 

O segmento da engenharia civil é responsável por empregar mais de 2 milhões de colaboradores, afetando outros 62 ramos, refletindo, portanto, sua capacidade de contribuir para o reaquecimento da economia. 

Com o aumento da demanda por recursos, como a energia elétrica e a alta dos preços, é necessário que o setor invista em geração sustentável de energia. 

Neste artigo, veremos como engenheiros e empreendedores do ramo poderão investir em energia sustentável, sendo franqueado da Studio Energy

Os reflexos da pandemia no futuro das engenharias 

A pandemia do novo coronavírus trouxe grandes impactos para a economia global, incluindo o ramo da engenharia civil. 

Em muitos estados brasileiros, foi possível identificar a paralisação de muitas obras pela impossibilidade de os trabalhadores prosseguirem com suas atividades. A suspensão das obras, e demais atividades, gerou desequilíbrio financeiro no caixa de muitas empresas. 

Para os próximos anos, será fundamental elaborar planos de ação, com o investimento em novas tecnologias e medidas de superação dessa crise econômica. O profissional deve estar atento às novas mudanças que o mercado financeiro e corporativo sofrerá após esta pandemia. 

De acordo com dados do Diário do Comércio e Congresso em Foco, a construção civil prossegue com suas atividades, em Minas Gerais e no Distrito Federal, pois as suspensões não abrangeram o setor nestas regiões. 

Embora as obras nessas localidades estejam em andamento, os profissionais estão sendo acompanhados e monitorados, recebendo equipamentos de proteção e seguindo protocolos de higienização. 

Os impactos nas relações trabalhistas

A engenharia é apenas uma das várias áreas de atuação que estão sofrendo os impactos nas relações trabalhistas, causados pelo Covid-19. 

Medidas como isolamento e quarentena dos colaboradores, licença remunerada, férias coletivas, antecipação de férias individuais, home office, banco de horas e alteração de turnos estão sendo adotadas por empregadores. 

A Medida Provisória n° 927 flexibilizou, portanto, a legislação trabalhista vigente, trazendo novas possibilidades para manutenção das relações trabalhistas durante a pandemia. 

O mercado de trabalho tem sido amplamente afetado por esta crise, requisitando soluções urgentes, para a manutenção dos empregos. 

O futuro das engenharias e as novas tecnologias 

A crise econômica causada pela pandemia tem aberto o espaço para a reflexão acerca das profissões do futuro. 

Com o avanço das novas tecnologias, estes setores têm buscado implementar soluções tecnológicas sustentáveis, que preservem o meio ambiente. 

Portanto, para os próximos anos, o objetivo é repensar os padrões que estão sendo adotados pelas empresas e tornar suas gestões mais preparadas para situações de calamidade e instabilidade econômica. 

O futuro das engenharias depende dessas novas soluções, baseadas na tecnologia e na sustentabilidade.

A Studio Energy e a geração de energia sustentável 

A geração de energia sustentável, incluindo a energia solar fotovoltaica, é um investimento independente e eficiente, que tem ganhado destaque neste cenário de crise econômica. 

Com a implementação de uma estrutura composta por painéis solares, os custos com geração de energia serão reduzidos em até 95%. Após a pandemia do Covid-19, os gastos e a demanda por energia elétrica irão aumentar, resultando na alta dos preços e instabilidades no abastecimento. 

Como alternativa, a geração de energia solar fotovoltaica permitirá a independência energética das empresas, além da otimização das finanças. Em contrapartida, o meio ambiente também será beneficiado por meio da utilização de fontes renováveis de energia. 

O futuro das engenharias compreende a geração de energia solar fotovoltaica, que está se tornando uma tendência cada vez mais presente. 

Como franqueado da Studio Energy, engenheiros poderão implementar a geração de energia solar fotovoltaica nas empresas, promovendo, assim, a sustentabilidade energética. 

Deseja investir neste setor, e superar a crise econômica causada pela pandemia do Covid-19? Seja um franqueado da Studio Energy!


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Redação Grupo Studio