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Como aumentar sua renda oferecendo planejamento sucessório para clientes

Aumente sua renda com planejamento sucessório para empresas

Planejamento sucessório pode ser uma excelente forma de aumentar a renda de seu escritório, trabalhando neste importante serviço para empresas.E uma aquisição de uma franquia é a solução para esse tipo de serviço.

Pois, se você já possui um trabalho regular (escritório de advocacia ou contabilidade, por exemplo), entender um pouco mais sobre planejamento sucessório pode proporcionar oportunidades interessantes para você.

Bons contatos e bons relacionamentos fazem toda diferença

Portanto se você já tem uma carta de clientes consistente, de pessoas que nutrem confiança por você e pelo seu trabalho, esta pode ser uma boa opção.

Até porque o sucesso é sempre uma questão sensível. E toda confiabilidade e sensibilidade, além de tato, são necessários para realizar este procedimento.

Então, para ajudar a guiar você por esta oportunidade, nós vamos neste artigo mostrar o que é, qual a importância e como funciona o planejamento sucessório.

Então, continue lendo para saber mais como ajudar os seus clientes com este procedimento delicado, porém imprescindível  para o momento de transição de um negócio.

O que é Planejamento Sucessório


Todos sabemos que poupança e investimentos sábio são a chave do sucesso financeiro. 
Mas, por vezes nos esquecemos das intempéries que a vida nos traz, e não é difícil que, no decorrer de nossa jornada pela aventura chamada vida, nos esqueçamos do que realmente importa.

E o que realmente importa? Nossos filhos, nossa família. Garantir a saúde financeira daqueles que amamos, mesmo quando não estivermos mais aqui.

Certamente, este é um pensamento um pouco fúnebre. Ninguém gosta de pensar na morte. Ainda assim, ela acontece.

Por isso que existem seguros de vida e outros dispositivos que ajudam a zelar pelos vivos, em uma tentativa de consolar e abrandar um pouco sua inevitável dor.

E planejamento sucessório é mais uma destas ferramentas, feitas para garantir tranquilidade aos entes queridos, que todos os empreendimentos e investimentos feitos em vida terão uma continuidade frutífera.

Pois imagine o seguinte cenário: uma pessoa consegue reunir, ao longo da vida, certo número de bens graças ao trabalho duro e planejamento bem feito.

Mas, ao final desta caminhada, o acesso a estes bens pelos familiares fica prejudicado, graças à imensa burocracia à qual somos submetidos.

O Brasil e a Burocracia

Sabemos que no Brasil, um dos principais entraves que atrapalham o desenvolvimento é sua burocracia.  E no processo de sucessão isto não é diferente.

Por isto que o planejamento sucessório surge como alternativa para facilitar todos estes trâmites, permitindo conceder um pouco mais de tranquilidade aqueles que vão administrar o patrimônio desta pessoa após sua passagem.

Então podemos dizer que planejamento sucessório é a passagem e o legado do patrimônio, que será transferido de uma pessoa para outra no momento de sua morte.

E, se você já trabalha como advogado, pode incluir o planejamento sucessório no seu portfólio de ações, ajudando seus clientes a passar por esta transição difícil.

Qual a importância do planejamento sucessório?

Pode-se dizer que, sem o planejamento sucessório, todo o esforço, dedicação e bons investimentos de uma vida repleta de trabalho ficam em cheque.

Isto quer dizer que, após o falecimento do dono do patrimônio, sem os procedimentos corretos, os herdeiros correm o risco de nunca ter acesso aos seus rendimentos.

Passo a passo: Como Aumentar a Rentabilidade do seu escritório de Advocacia

Todo o processo de herança também é simplificado, com as porcentagens distribuídas a cada um dos herdeiros de forma segura e tranquila.

Sem dizer que, no caso de empresas, ele é importante pois permite que a companhia não perca rentabilidade durante  a sucessão.

Existem muitas coisas que podem acontecer após o falecimento de uma pessoa que possui vasto número de bens e patrimônios em seu nome:

  • Inseguranças;
  • Possíveis irregularidades;
  • Riscos burocráticos;
  • Conflitos entre aqueles que irão receber herança;
  • Desestabilização familiar;
  • Perda de rentabilidade da empresa diante do mercado.

Entre outras. O planejamento sucessório visa proteger o patrimônio familiar, atendendo todos beneficiários da maneira que o titular melhor preferir.

Pois todos que já tivemos perdas na família sabemos que esta situação pode levar a atritos, muitas vezes irreversíveis, entre os membros. Especialmente quando todos estão fragilizados pela perda.

E todo o processo de sucessão pode se tornar demasiadamente desgastante e longo, consumindo os nervos de todos os envolvidos.

Planejamento sucessório na empresa

E, voltando ao tema da empresa, especialmente as familiares, são prejudicadas pela morte do seu administrador.

Isto porque pessoas despreparadas podem acabar assumindo o cargo e botar a perder tudo que levou uma vida para se construir, com atitudes precipitadas, prejudicando o andamento dos negócios.

Mas, com transmissão de bens planejada, é possível realizar uma destinação racional dos bens da empresa, visando preservá-los, e ainda liberar com mais celeridade os recursos necessários para o bom funcionamento.

Isso além de evitar disputas pela sucessão, que podem vir a prejudicar o faturamento do empreendimento.

O planejamento sucessório atua de forma a preservar a atividade empresarial familiar

Por exemplo: suponha que na empresa da família existam dois irmãos. Um é mais envolvido com o negócio, e destinou grande parte de sua vida profissional a se aprimorar e aprender o ofício.

O outro, no entanto, nunca se interessou pela atividade. Ao falecimento do dono da empresa (o pai ou a mãe), não seria justo deixar privilegiar um ou outro na partilha de bens, correto?

No planejamento sucessório, pode-se conceder ao primeiro irmão ações ordinárias da empresa, de forma que ele teria poder de voto e maior participação na gestão da sociedade.

Enquanto concede-se ao outro irmão, menos envolvido com o dia adia da empresa/ações preferenciais, onde ele teria todo direito a receber os dividendos da empresa, porém não teria nenhuma espécie de influência na sua gestão.

Esta forma agradaria aos dois e seria a mais justa maneira de resolver esta situação, preservando os interesses individuais e a unidade familiar.

Planejamento sucessório: Instrumentos disponíveis

Existem alguns instrumentos jurídicos que estão disponíveis para se realizar este planejamento, e aqui citaremos os mais comuns.

Testamento

Testamento consiste no ato pessoal e revogável que alguém, de acordo com a lei, dispõe da totalidade ou de parte de seu patrimônio após sua morte.

É o mais conhecido instrumento jurídico de transmissão de bens. Com testamento pode-se:

  • Nomear herdeiros;
  • Nomear legatários;
  • Instituir rendas, de forma temporária ou vitalícia;
  • Determinar as pessoas para quais os bens serão destinados;
  • Reconhecer filhos, desta forma defendendo seus interesses sucessórios;
  • Declarar existência de união estável;
  • Excluir colaterais da herança;
  • Restringir a livre disposição da herança por meio de cláusulas restritivas.

Entre diversas outras possibilidades. Uma das grandes vantagens do testamento é a sua flexibilidade, e a grande extensão que ele pode ter, açambarcando assim quaisquer necessidades que porventura apareçam.

Muitas pessoas se esquivam de fazer o testamento porque é natural do ser humano evitar pensar na morte.

Por este motivo que é preciso conscientizar as pessoas da importância deste procedimento, lembrando do grande dissabor que vão evitar ao firmar este compromisso.

É, sem dúvida, por meio do testamento, que o direito privado demonstra seu grande esplendor, ao conceder plena autonomia e amplitude à vontade privada.

Partilha em vida

Também conhecida por partilha inter vivos, pode ser feito por qualquer pessoa por meio testamental ou por escritura pública, desde que não prejudique o direito legítimo dos herdeiros.

Basicamente um contraponto ao testamento pois, ao invés deste, que é apenas aberto após o falecimento do titular dos bens, na partilha em vida pode-se transferir qualquer direito ou bem para outra pessoa, desde que o donatário assim concorde.

Segundo o código artigo 553 do Código Civil, existem encargos que devem ser cumpridos para que a doação seja realizada.

Obviamente, restrições podem ser feitas com relação ao usufruto dos direitos ou bens doados, especificados em cláusulas de:

  • Inalienabilidade;
  • Impenhorabilidade;
  • Incomunicabilidade.

E as restrições que existem ao doador, no caso, como dito anteriormente, é que não se possa exceder o que se poderia dispor em testamento, visando desta forma preservar os herdeiros.

E também tem que se salvaguardar a instituição da família e do casamento, sendo que a doação feita por ou para cônjuge adúltero é perfeitamente anulável.

Seguro de vida

É mais com um conceito que visa a proteção financeira dos familiares do que propriamente uma ferramenta clássica de planejamento sucessório.

Nele se paga um prêmio, que pode ser mensal ou anual, a uma seguradora que tema incumbência de, no caso da morte do titular destinar um capital anteriormente estipulado para beneficiários previamente apontados.

É importante notar quem, segundo nosso Código Civil, seguro de vida não é herança, de forma que o montante é liberado de forma mais rápida e com menos burocracia.

Existe também uma questão tributária.  O valor recebido pelo seguro de vida não sofre com o Imposto Sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD).

E por fim, é possível estipular como beneficiário um dos herdeiros em detrimentos de outros ou até mesmo terceiros, sem que isto signifique nenhuma delapidação do seu patrimônio.

Fundo exclusivo

No fundo exclusivo, é possível conceder aos herdeiros cotas ainda em vida, sem nenhuma necessidade de inventário, mas tão somente de registro cartorial.

Ele costuma atender os interesses de uma única família, e é excelente opção para transmitir recursos com pouca burocracia.

É importante mencionar que, nesta modalidade, o ITCMD a ser pago é de 4% em cima do valor da doação.

Trust

Neste modelo, o patrimônio do titular dos bens é entregue à uma instituição, que vão garantir a sucessão e administração dos mesmos.

Esta é uma ótima forma de fazer a transmissão de bens empresariais com poucos riscos e de forma segura.

Conclusão

Ninguém gosta de falar sobre o fim, mas ainda assim, ele acontece. E quem foi responsável durante a toda vida com o compromisso de manter os seus entes queridos em boa situação certamente deseja que isto ocorra depois da morte.
E o planejamento sucessório é uma das melhores formas de evitar os desgastes inevitáveis de uma perda na família.
Isto além de proteger contra a enfadonha burocracia e todos os custos envolvidos nesta operação.

Obtenha uma Franquia

Portanto, se você está buscando uma forma de aumentar sua renda, considere oferecer a consultoria de transmissão de bens a seus clientes ATRAVÉS DE UMA FRANQUIA DE SERVIÇOS CORPORATIVOS
Lembre-se que confiança e tato neste negócio é uma exigência básica, e que você vai ajudar uma família atravessar este momento tão difícil.


José Carlos Braga Monteiro

Detentor das empresas Studio Fiscal, Studio Law, Studio Brokers e E-Fiscal, o Grupo Studio apresenta serviços corporativos inteligentes com uma expertise de mais de 18 anos. Presente em todo o território nacional através de seus franqueados e aliançados, o Grupo apresenta uma grande sinergia quanto aos seus modelos de negócio.

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Blog de franquias e alianças do Grupo Studio 2018. Todos os direitos reservados.

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